Confraternização natalina do TCE tem entrega de donativos à Vila Vicentina

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Música, descontração e alegria demarcaram o início do expediente do Tribunal de Contas da Paraíba, na manhã desta quinta-feira (15), ocasião escolhida para a confraternização natalina dos quadros funcionais da Casa. Este ainda foi o momento para a entrega, aos idosos da Vila Vicentina, de donativos do Natal Solidário, a campanha abraçada pelos servidores do TCE e advinda do início da gestão do presidente Arthur Cunha Lima.

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A entrega de gêneros alimentícios, material de higiene e limpeza foi acompanhada, no Centro Cultural Ariano Suassuna, do TCE, pelas fundadoras Maria Dulce, 98 anos de idade, e Maria Alice, 86. E, também, pelo dirigente recém-eleito da Vila Vicentina, Washington do Nascimento Cardoso, a quem coube os agradecimentos.

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Em sua saudação, o conselheiro Arthur Cunha Lima fez ver que o transcurso de um ano no qual predominou a crise ética, moral e econômica, com reflexos graves no País e na Paraíba, não sepultou a solidariedade nem o desprendimento. Referiu-se ao Tribunal de Contas do Estado como “uma Fênix que renasce mais firme e forte por mais que nele se pise”.

Sua fala conteve, também, o tom da despedida. “Divido os possíveis êxitos com meus pares e com todos os servidores desta Casa, com os não visíveis, os que não se mostram”.

Disse que a situação de crise exigirá a ajuda ao conselheiro André Carlo Torres Pontes (por quem será sucedido) em proporção maior do que a ajuda a si conferida. Mas revelou a certeza de que o sucessor, por seu talento, sua capacidade e dedicação, bem se haverá no comando do TCE. “Que a paz reine e o Natal seja de luz no coração de todos”, concluiu.

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O conselheiro André Carlo, por sua vez, observou que o Natal é um período de renascimento. “É o tempo da continuação, da perpetuação e do reconhecimento”, acentuou. Disse que muito aprendeu com aquele a quem sucederá na administração do Tribunal durante o biênio 2017/2018 e, bem humorado, passou a brincar com a plateia em cujo meio identificava aniversariantes e casais que se formaram após o conhecimento e a convivência no ambiente de trabalho. “Isso bem demonstra que o Tribunal é a extensão das nossas casas”, concluiu.

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CONCERTO – Regido pelo maestro João Alberto Gurgel, o Coral dos Servidores do Tribunal de Contas iniciou o concerto natalino com o “Vinde e Adoremos”, o hino latino do Século 18 inscrito entre os mais executados, em todo o mundo, durante este período.

As peças seguintes contemplaram a fase da Jovem Guarda, assim chamado o movimento musical dos anos de 1960/70. Porém, o momento mais tocante foi o da execução de “Marcas do que se foi” (a canção popularizada pela dupla Don e Ravel(, quando todos deram-se as mãos e acompanharam o Coral. A confraternização natalina foi encerrada com um café da manhã.

 

Ascom/TCE-PB.

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