Diário Oficial publica aposentadoria do conselheiro Marcos Ubiratan

O Diário Oficial do Estado, em sua edição desta quarta-feira (15), traz o ato de aposentadoria voluntária do conselheiro do Tribunal de Contas da Paraíba Marcos Ubiratan Guedes Pereira.
O fato foi levado ao conhecimento de membros, advogados, servidores e público presente à sessão plenária aberta às 9 horas pelo presidente da Corte, conselheiro Arnóbio Viana, que destacou a honradez, a dignidade, a competência, o espírito público e a independência do amigo.
“Não há palavras capazes de exprimir este momento para o Tribunal de Contas, dada a importância que teve em sua vida o conselheiro que agora se afasta”, comentou o presidente. Revelou, em seguida, que desistiu da idéia de uma sessão especial em homenagem ao conselheiro Marcos Ubiratan por saber de sua declarada aversão a reverências e tributos pessoais. “Respeitamos seu posicionamento, seu modo de ser”, disse.
Para o vice-presidente Nominando Diniz, o afastamento de nomes como o de Marcos Ubiratan, após o limite de tempo permitido à atividade no serviço público, aumenta a responsabilidade dos que agora passam a fazer a história do Tribunal de Contas.
Mas observou que a tarefa será facilitada pela retidão, dedicação e qualificação de membros e demais quadros da Corte. “Não há ninguém, aqui, com deslizes pessoais”, acentuou. Ele comparou a perda representada pelo afastamento do conselheiro Marcos Ubiratan àquelas decorrentes das também aposentadorias dos conselheiros Juarez Farias (cuja vaga hoje ocupa), Luiz Nunes e Gleryston Lucena. “Todos fazem e farão falta ao Tribunal”, ressaltou.
A dedicação à causa pública, o apego ao trabalho e o domínio profundo das questões processuais foram outras qualidades de Marcos Ubiratan destacadas pelo também conselheiro Fábio Nogueira.Houve manifestações, ainda, do procurador André Carlo Torres, do advogado José Lacerda Brasileiro (que falou em nome da OAB) e dos auditores Umberto Porto, Antonio Cláudio, Renato Sérgio, Oscar Mamede e Marcos Costa. O conselheiro Marcos Ubiratan também foi citado por seus esforços, quando presidente do TCE, em favor da ampliação de espaços e da introdução do sistema de informática da Casa da qual agora se afasta. “A história do Tribunal tem dois momentos: antes e depois do conselheiro Marcos Ubiratan”, comentou o auditor Marcos Costa.
Não participaram da sessão plenária os conselheiros Flávio Sátiro e José Mariz, ambos em gozo de férias, e Fernando Catão, que está em viagem a Brasília.

Compartilhe: