Informativo das Olimpíadas destaca o TCE-PB

Os atletas da Paraíba estão ganhando a maioria dos jogos de que participam. A receita do sucesso é resultado do incentivo conferido desde a administração do presidente da Corte, conselheiro Arnóbio Viana.

Há um ano e meio, o TCE/PB construiu uma quadra poliesportiva dentro de suas instalações. A partir dessa data, os servidores começaram a fazer atividades físicas, regularmente, após o expediente. O auditor André Agra, que trabalha há 13 anos na instituição, tem no incentivo ao esporte uma forma de melhorar a comunicação entre auditores, funcionários e conselheiros.

André está certo de que o esporte e a literatura têm motivado a interação entre os servidores, o corpo especial e o corpo deliberativo da Corte, resultando, daí, o melhor desempenho das atividades técnicas. Os benefícios do esporte também ajudam no ambiente de trabalho que, segundo ele, tem-se tornado muito mais agradável.

Além do incentivo ao esporte e à literatura, o TCE/PB estimula seus funcionários ao estudo. Servidores que forem formados em pós, mestrado ou doutorado ganham acréscimo no salário.

A DELEGAçãO – Logo após a decisão de participar das Olimpíadas, a Associação dos Servidores do Tribunal contratou dois técnicos, um de basquete outro de vôlei. O primeiro, João Webster, foi jogador de basquete da Seleção da Paraíba e hoje treina o time masculino, três vezes por semana.

Já o técnico Harlen de Oliveira Vilarin treina, quatro dias por semana, a equipe de vôlei de praia e quadra, masculino e feminino. Para aperfeiçoar o desempenho dos atletas, Vilarin criou amistosos com equipes juvenis, nos horários de treino e, algumas vezes, nos finais de semana. A equipe traz, também, campeões de outras modalidades, como exemplo, a ex-campeã paraibana de tênis de mesa, a servidora Fabiola Gomes.

A delegação veio para ganhar e, com isso, criou regras que devem ser cumpridas por todos. Uma das mais importantes é que a torcida deve sempre acompanhar o esportista. Em caso de dois jogos no mesmo horário, elas se dividem. A segunda, e mais importante, é o toque de recolher.

Ao final do dia, sempre às 23h, os técnicos avisam a todos que devem se retirar do jantar e se dirigirem aos seus quartos. O grupo possui faixa-etária média de 32 anos.

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