Conselheiro Flávio Sátiro lança novo livro

“Lições do Direito Administrativo”, livro do conselheiro Flávio Sátiro Fernandes, foi lançado nesta quinta-feira, às 17 horas, no Tribunal de Contas da Paraíba, perante bom público. “Trata-se de um manual útil aos governantes e aos governados”, definiu o presidente da Corte, conselheiro Arnóbio Viana, encarregado da apresentação da obra que tem o selo da Editora Fórum. E completou: “Aos governados o livro mostra os caminhos das pedras. Aos governantes mostra as pedras no caminho”.

Para ele, essa é, também, “uma obra que deveria constar nos palácios, em sua maioria, infelizmente, soturnos, mas, sobretudo, nas escolas, ao lado das crianças; nos campos, ao lado dos agricultores, e nas periferias, ao lado dos deserdados sociais”.

Em seu pronunciamento, o conselheiro Flávio Sátiro arrancou o aplauso da platéia, ao dedicar a solenidade à memória do economista Ronald Queiroz. “Transcorre, hoje, um ano do desaparecimento deste que foi a personalidade mais marcante da inteligência paraibana. Quero homenageá-lo, pois o entusiasmavam temas contidos nessas páginas, a exemplo do controle social, dos gastos com a educação, do concurso público e da probidade, até por ser um homem probo”, observou.

Esclareceu ele que “Lições do Direito Administrativo”, de linguagem simples, destina-se não apenas aos doutos e operadores do Direito, mas, sobretudo, aos estudantes. E acentuou: “Queira Deus que tomem proveito daquilo que escrevi”. Antes, definiu uma obra literária como “um filho que, estranhamente, nasce emancipado, com vida própria, e varando o mundo por si mesmo”.

Representações dos três Poderes, dos meios políticos e culturais, familiares seus, membros e servidores do TCE superlotaram o Plenário Ministro João Agripino, local do lançamento. Estiveram entre os convidados o presidente do Tribunal de Justiça (desembargador Antonio de Pádua Lima Montenegro), o secretário de Educação Neroaldo Pontes (representando o governador Cássio Cunha Lima) o deputado Fábio Lucena (pela Assembléia Legislativa) e o procurador da República Luciano Maia.

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